Para além da incapacidade em atrair médicos para o quadro, essa discriminação é uma das razões que explica a grande diminuição dos médicos civis do Hospital das Forças Armadas, onde mais de 60% dos cuidados são efetuados por prestadores externos.
Face a recusa do Ministro da Defesa em responder aos vários ofícios e aos pedidos de reuniões, o SIM irá intentar ação em tribunal para terminar com a discriminação dos trabalhadores médicos adstritos ao Ministério da Defesa Nacional.
Para além disso, o SIM irá desde já promover um referendo junto dos associados para avaliar o agravamento formas de luta, que não excluem naturalmente a greve.
O SIM manterá a disponibilidade para a audiência reiteradamente solicitada ao Ministro da Defesa Nacional não só para abordar este candente tema como também para que seja apreciada a incompreensível demora a que se assiste a respeito da final outorga no Acordo Coletivo de Empregador Público cuja negociação ficou encerrada vai quase para um ano, respeitante aos trabalhadores médicos civis do Hospital das Forças Armadas.
Ofício do SIM ao MDF
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